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Desmamamos

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Agora em agosto faz cerca de um ano que minha filha desmamou. Um ano. E para mim parece que ela já não mama mais há uma eternidade. 
Minha pequena mamou no peito até os 2 anos e 8 meses. Essa foto abaixo foi tirada na exata última vez que ela mamou.


O desmame em si aconteceu após uma gripe forte que ela teve. Combinei com ela que, enquanto ela estivesse doente, poderia mamar à vontade, mas depois que melhorasse, ela já não precisaria mais do mamá, afinal já era grande. E não precisei nem insistir: assim que ela ficou boa, mamou essa última vez da foto e nunca mais pediu.

Inclusive, cheguei a oferecer o peito algumas vezes pra ela, como teste, para ver se ela mamaria novamente. Mas ela nunca mais quis. A resposta era sempre a mesma: "Já sou criança grande, não preciso mais de mamá".

Daí você se pergunta: "Mas nossa, foi fácil assim? Você combinou com ela e ela simplesmente não pediu mais? Sem choro, sem drama?" E a resposta é NÃO! Não foi fácil e esse último combin…

Dicas de enxoval: o que vale investir

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Quando eu engravidei, lá pelo quarto mês, antes mesmo de saber o sexo do bebê, eu tive uma crise de pânico: ainda não havia comprado nada para o bebê usar. Então resolvi sair e fazer algumas comprinhas. Passeando pelas lojas de bebê, recebi várias listinhas com os itens que deveriam estar presentes no enxoval, com algumas poucas variações.

Agora que minha filha já tem três anos, resolvi escrever falando um pouco sobre itens do enxoval que realmente usamos e outros que foram absolutamente desnecessários. Tudo isso de acordo com a nossa realidade, então vou citando os itens e comentando o motivo de eu achar importante ou porque optei por não adquirir.




Roupinhas

Primeiro, preste atenção na estação do ano que seu filho vai nascer e na região do país onde você mora. Minha filha nasceu em dezembro, no meio do verão Belo Horizontino. Resultado, mal usou roupas de frio até os 6 meses. Ganhei vários itens de inverno que não foram usados.

Tipos de roupas: nos primeiros meses de vida, usei bodies …

Essa vida de freela

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Esse é um repost de um texto do meu antigo blog, que eu resolvi colocar aqui e atualizar, por ainda conter informações relevantes.


A vida de autônomo, o famoso freelancer. A princípio, parece uma coisa boa: trabalhar em casa, fazer seus horários... mas também tem seus problemas, como trabalho disponível em mês e no outro não, nenhuma garantia trabalhista, atrasos no pagamento. Por isso, antes de largar seu emprego formal e seguir como freela, é necessário ter alguns cuidados.


Dicas de como trabalhar (e conseguir pagar as contas)
- Ter dinheiro guardado é fundamental. Você precisa se manter até receber o primeiro pagamento, certo? Por isso, faça as contas de quanto você precisa para viver em um mês e junte o dobro disso. Só assim você estará seguro caso o primeiro pagamento demore. Tem empresas que só pagam 30 dias após o recebimento do trabalho, ou te colocam na folha de pagamento do próximo mês. Trabalhos para órgãos públicos podem demorar vários meses. Por isso, ter uma grana guardad…

Um ano e dez meses amamentando

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Eu estava aqui, lendo meu relato de 6 meses de amamentação. Inclusive editei e fiz alguns adendos que não lembrei na época. Gente, minha filha com seis meses de vida parece uma eternidade no passado! haha

Completamos 1 ano e 10 meses em outubro e adivinhem: ela ainda mama. Se tudo der certo, vamos bater a meta da OMS, dois anos! *pulinhos de alegria*



As coisas foram tão bem com a introdução alimentar, que, se alguém me contasse isso há dois anos atrás, eu não ia acreditar. Minha filha come de tudo, super bem, e ainda mama leite materno uma ou duas vezes ao dia.

E quando digo comer de tudo, não estou falando de porcarias cheias de açúcar. Ela nunca provou danoninho nem brigadeiro. Ama quiabo, come rúcula crua sem fazer esforço, devora brócolis, abóbora, cenoura e beterraba com muito gosto. Ela está crescendo e se desenvolvendo muito feliz e saudável, falando sem parar e trata o mamá com muito carinho.

Depois de fazer translactação por 6 meses, aos 7 meses da filhota finalmente me livre…

Pediatra: ame-o ou deixe-o?

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Primeiro, quero deixar claro que adoro a pediatra da minha filha. Mesmo tendo plano de saúde optamos por pagar a pediatra dela particular. Nos acertamos tanto, que eu prefiro arcar com o valor da consulta quando preciso do que sofrer procurando um pediatra de convênio ou (deus-me-livre) ter que ficar horas na fila de um pronto-atendimento.

Eu já vi mães passarem por vários pediatras diferentes em menos de um ano. E olha, não está fácil mesmo achar um pediatra para chamar de seu... e mesmo aquele médico que sua amiga acha maravilhoso pode não te agradar. E sabe por quê? Porque cada mãe e cada filho são únicos, então somente você vai poder aprovar o pediatra do seu pequeno.

E muitas vezes você acha o pediatra ótimo, mas tem aquele detalhezinho (talvez não tão "inho" assim) que já te faz repensar o profissional que escolheu.

No geral, percebo quatro grandes queixas sobre pediatras. Vou citá-las com algumas dicas de como lidar ou contornar a situação, caso você ainda queira ins…

Minha experiência com amamentação

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Hoje minha filha completa 6 meses de vida e eu completo 6 meses de maternidade. E consequentemente, 6 meses de amamentação.

No Brasil, amamentar por 6 meses já é uma vitória para muitas mulheres, considerando que a média no país é de 54 dias. No meu caso, é mais do que uma vitória, é um tapa na cara de quem achou que eu não daria conta, considerando meu histórico.

Explico: há cerca de 10 anos eu fiz mamoplastia, uma cirurgia de redução de seios. Tive parte da glândula mamária removida. A maioria de quem faz esse cirurgia, seja por danos aos dutos mamários ou mesmo falta de informação, acaba desistindo de amamentar.

Mas eu estava pronta para amamentar minha filha, com ou sem cirurgia prévia. Procurei me informar, consultei profissionais de lactação, tive ajuda da minha doula e principalmente, estava DECIDIDA a não desistir, porque o negócio é punk. E em níveis épicos.


As minhas primeiras semanas de amamentação foram um verdadeiro inferno. Parir sem anestesia foi fichinha perto da dor q…

Meu relato de parto

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Sim, eu sumi. E pelo tempo que estive fora, obviamente, minha filha nasceu. Foi a experiência mais intensa da minha vida, com toda certeza.

Ela veio ao mundo dia 2 de dezembro de 2013, pesando 3,840kg e medindo 49cm, depois de 12 horas de trabalho de parto. Pari naturalmente, na água, sem anestesia, um bebê de quase 4kg, na suíte de parto da Maternidade Santa Fé. Fui acompanhada pelos médicos Hemmerson Maggioni e Quesia Villamil (que estava gravidíssima de 6 meses quando me atendeu), pela doula Lena Borgo, meu marido e minha mãe.

Minha bebê teve o cordão cortado após parar de pulsar, mamou na primeira hora de vida, mateve o vérnix protetor por 24h, não sofreu nenhuma intervenção desnecessária e ficou ao meu lado o tempo todo, desde que nasceu até sairmos do hospital.

Para quem se interessar em saber detalhes, aqui vai o meu relato de parto: CLIQUE PARA VER.

Abaixo seguem algumas fotos desse dia.






Só amor.